História
Marly Evangeline Esteves Camargo permanece na memória de São João da Boa Vista como um caso raro de precocidade musical. Ainda menina, revelou uma relação extraordinária com o piano e deixou a impressão de uma promessa artística interrompida cedo demais.
Aos 4 anos, compôs “Caixinha de Música”. Entre os 4 e os 8 anos, estudou com a mãe, professora de piano, e depois teve contato com Dinorah de Carvalho, que se impressionou com sua precocidade musical. Marly se apresentou em clubes, serões e recitais beneficentes da região, tornando-se uma promessa da música sanjoanense.
Sua morte, em 13 de fevereiro de 1949, interrompeu uma apresentação anunciada para o Teatro Municipal de São Paulo. A cidade preservou seu nome na memória pública: a Câmara Municipal registrou, em 2021, pedido de revitalização da Praça Marly Evangeline Estevam de Camargo.
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